O número 23
Eu gostei, mas já sabia que ia gostar … os críticos do Expresso tinham feito uma crítica muito negativa (risos) …
Nunca dei muita importância ao número 23. Por acaso até faz parte da chave com que costumo jogar de tempos a tempos no Totoloto e agora mais recentemente no euromilhões, mas nunca achei que fosse um número com significado especial. Pensando bem, 23 era o n.º do Michael Jordan, o melhor jogador de basquetebol que alguma vez pude ver jogar. [Reparando melhor, e isto é uma emenda ao texto original, o 23 também já não é um n.º qualquer na minha actividade académica, refiro-me ao regime especial de Acesso ao Ensino Superior para candidatos maiores de 23 anos - ver Candidatos ao ISAG com mais de 23 anos]
Ao longo da história (ainda não me tinha eu apercebido disso antes de ver o filme), o número 23 mostrou ter um profundo significado. O ser humano recebe 23 cromossomas de cada pai. A geometria é baseada em 23 leis naturais. Mas muitos acreditam que o número carrega também uma faceta sombria e malévola. É o caso, por exemplo, de Walter Sparrow (Jim Carrey). Um pai de família que ganha um livro de presente da esposa que lhe virá a mudar a vida para sempre.
Chamado O Número 23, o filme conta a terrível obsessão de um homem com o referido número, e como essa obsessão começa a dominar a sua vida. O mais estranho é que diversas passagens do livro reproduzem fielmente detalhes da vida do personagem, e ele começa a perceber as afinidades que tem com o número 23 quer no seu passado, quer no seu presente. Tão paranóico quanto o personagem da história que está a ler, ele descobre que o livro termina com uma morte brutal. Estará “Jim Carrey” destinado a repetir esse fim e a tornar-se também um assassino?
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Sem comentários até à data.