Software de Gestão Hoteleira II
Ainda a propósito do artigo que saiu na Semana Informática e que já abordei aqui, mais algumas considerações sobre cada uma das aplicações informáticas para a Hotelaria contempladas no estudo.
A Wintouch divide o seu portfolio por três áreas distintas:
- Departamento administrativo - resposta às necessidades contabilísticas, de pessoal e imobilizado.
- Oferta para front office e back office - No caso do primeiro surgem integrados os denominados EPOS de restaurantes e bares da unidade hoteleira. Em termos de back office, torna-se possível ao gestor trabalhar para «obter o máximo de rentabilidade da sua unidade hoteleira, através de diferentes parâmetros».
- Solução apenas de front office, cujo objectivo é gerir todas as actividades desde a reserva do cliente até ao seu check-out.
As três soluções funcionam de forma totalmente integrada.
O sector hoteleiro representa cerca de 25% do total de negócio da Wintouch, que conta com algumas centenas de clientes, desde pequenas unidades hoteleiras até unidades de média dimensão. A companhia tem ainda referências em Cabo Verde, Angola e Moçambique.
Centra-se essencialmente «na dinamização das infra-estruturas de back office - PHC Gestão e PHC Pessoal, que podem ser parametrizados pelos parceiros de implementação de forma a responder a exigências específicas das empresas. Algumas das melhorias da versão 2008 da PHC, recentemente lançada, podem potenciar a área hoteleira.
Entre as actuais referências da companhia no ramo hoteleiro contam-se nomes como o Metropolitan e o Convento do Espinheiro.
Do seu portfolio, a Fractalia aproveita para destacar os Business Centers - postos de acesso à Internet que incluem equipamentos de última geração, montados num mobiliário desenhado para o efeito. Todos os terminais são remotamente geridos pela Fractalia com recurso a ferramentas próprias de gestão de terminais, o que permite ao hotel focar-se no seu core business. As soluções da Fractalia incluem ainda ferramentas de acesso à Internet sem fios.
Uma solução que tem vindo a ganhar preponderância são os Quiosques Self Check In. A Fractalia está a trabalhar num projecto de implementação de quiosques multimédia que pretende responder à necessidade que o director hoteleiro tem de gerir eficazmente as filas de espera. O quiosque está preparado para realizar pagamentos, controlos de acesso aos quartos, aluguer de serviços disponíveis no hotel, emissão de facturas e programas de fidelização, entre outras situações.
Este sector de actividade da empresa representa cerca de 30% do volume de negócios do Grupo Fractalia. Em Portugal, a Fractalia conta com mais de 100 hotéis, entre os quais se incluem o Grupo Continental, Grupo Bensaude, Investaçor, Grupo Pestana, Regency Hotels & Resorts, TD Hotels, IMBou a Belver Hotéis.
O portfolio da Siemens Enterprise Communications conta com soluções de interface aberta e standards «para ligação a sistemas informáticos de front office existentes no próprio hotel». A empresa pode ainda disponibilizar a totalidade de funcionalidades de front office já integradas nas suas aplicações. Entre outras funcionalidades, contam com gestão do serviço de despertar automático, ligação de voice mail, room-status, minibar e alarme de emergência. A Siemens Enterprise Communications «aposta fortemente na integração multimédia, voz e aplicações sobre IP», tomando aqui como exemplo aplicações para gestão de conteúdos da unidade hoteleira a partir da TV existente no quarto e posterior integração com o front office.
A companhia conta actualmente com mais de 150 referências no sector, entre os quais se contam os Hotéis Ritz Four Seasons, Penha Longa Hotel, Hotel da Lapa Palace, o Hotel Marriott Praia Del Rey e o Hotel Sheraton Porto. O negócio ligado à hotelaria representa cerca de 10 a 15% dos resultados da Siemens.
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Foi recentemente divulgada na International Supercomputing Conference (ISC) que este ano se realizou em Dresden, na Alemanha, a 


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