Processo de marcação de obras de arte
O Instituto dos Museus e da Conservação (IMC) vai começar a utilizar este ano os produtos de uma empresa de Évora – a DIGITRACE, inovadores em Portugal, para a marcação de obras de arte e objectos de valor.
O método actualmente generalizado em Portugal, consiste em aplicar tinta-da-china sobre uma camada de verniz, geralmente o paraloid, que é volátil e conta com algumas contra-indicações em termos de saúde, para além da tinta-da-china não se ajustar por completo a todos os materiais, e tender a deixar marcas microgravadas em objectos mais sensíveis, como é o papel, marfim ou osso.
Em oposição, o novo método disponibilizado pela DIGITRACE é rápida e facilmente aplicável, bem como inofensivo para o objecto e para a saúde dos técnicos que o aplicam. Consiste na utilização de um verniz acrílico de base aquosa, sendo o número de inventário visível apenas a luz ultravioleta, de uma gama não prejudicial à saúde humana, garantindo até a possibilidade da marcação poder vir a ser removida se necessário.
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