Livraria Lello é a mais bela livraria de raiz do mundo
Eu sei que estou em falta …
Então, um dos nossos símbolos mais bonitos, a nossa bela livraria Lello é reconhecida internacionalmente, eu uso desde sempre uma imagem das suas lindíssimas escadas na animação acima, e não venho aqui dar conta desse feito … imperdoável …
Venho agora. Mais vale tarde que nunca. Mas com vontade de reparar a negligência cometida. Que tal o título? Bem mais sensacionalista que os vistos nos media portugueses … mas não deixa de ser verdadeiro.
Na verdade, a Livraria Lello embora tenha sido apelidada pelo The Guardian como divina, foi apenas considerada a terceira mais bela. Acontece que a primeira é uma antiga igreja de Maastricht, Holanda, e a segunda El Ateneo, em Buenos Aires, é um antigo teatro.
Assim sendo, considerando apenas livrarias projectadas de raiz para o serem, a Lello é na opinião do The Guardian a mais bela do mundo.
Fundada em 1906, com a presença no dia de abertura de entre outros, Guerra Junqueiro, José Leite de Vasconcelos e Afonso Costa, a Lello, que se estende por dois andares, mantém a traça original. O edifício, projectado por Xavier Esteves, foi construído de raiz em estilo neogótico. Surpreende, a quem ali entra, a escadaria circular, as enormes estantes iluminadas pela suave luz da clarabóia. Pelas estantes e bancas existem cerca de “120 mil títulos diferentes”. E em várias línguas, sublinha Antero Braga, porque parte substancial dos clientes da casa chega do estrangeiro.
A propósito, Antero Braga, proprietário da Lello, adiantou ao DN, que na lista das suas preferências, além da Lello, considera El Ateneo (reconhecida pelo The Guardian), e a Rizzoli em Nova Iorque.
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Também considero a Lello um verdadeiro e raro monumento. Conheci um documentásrio sobre amesma. Lindíssimo. Incompreensível, porém, que amúsica de fundo escolhida seja um Fado/Canção de e SOBRE Lisboa – (lídíssimo, aliás, mas a despropósito
Reis Torgal
Também considero a Lello um verdadeiro e raro monumento. Conheci um documentásrio sobre amesma. Lindíssimo. Incompreensível, porém, que amúsica de fundo escolhida seja um Fado/Canção de e SOBRE Lisboa – (lídíssimo, aliás, mas a despropósito
Reis Torgal
Comentário IGUAL?!Não fiz, não Senhor. Pelo menos directamente, respondi, parecido, a um AMIGO que me enviou o filme. Não é o mesmo.
E se é: “quod abundant non noce”.
Boas Noites
Reis Torgal