Arquivo de Janeiro de 2008


As Dimensões Éticas e Humanas do Desenvolvimento Sustentável

As Dimensões Éticas e Humanas do Desenvolvimento SustentávelO ISAG patrocina a conferência As Dimensões Éticas e Humanas do Desenvolvimento Sustentável, que terá lugar no dia 21 de Janeiro às 15h na Fundação Engenheiro António da Almeida, e será proferida por Alfredo Sfeir-Younis.

Alfredo Sfeir-Younis é um economista ambiental de origem chilena e presidente do Instituto Zambuling para a Transformação Humana, que após quase três décadas de experiência no Banco Mundial, vive há poucos anos em Portugal, país que escolheu para a evolução do seu processo espiritual.

Onde é que Portugal vai estar em 2020?
- Se decidir jogar o jogo da globalização, deixar fazer, deixar passar, vai estar numa pobreza tremenda e sem perspectivas.

Alfredo Sfeir-Younis em entrevista à revista Visão, Fevereiro de 2007


Para mais informações pode contactar a Associação de estudantes do ISAG - AEISAG através do email AEISAG@gmail.com


Technorati : Sfeir-Younis, conferência, desenvolvimento sustentável

Joga DECIDE Debate Ciência

setepés - cultura, arte e comunicação da ciênciaTeve início em Outubro de 2007 e termina em Junho deste ano o jogo/debate Joga DECIDE Debate Ciência. Organizado pela SETEPÉS.CIÊNCIA, e baseado no jogo europeu DECIDE, tem como objectivo promover a discussão em sociedade de temas controversos em Ciência & Tecnologia, bem como suscitar a curiosidade do público sobre estes temas.

A Setepés, organizadora deste evento, foi fundada no Porto em 1998, e é uma empresa do sector criativo exercendo a sua actividade na cultura, na arte e na comunicação da ciência. Promove o conhecimento, a criatividade e a inovação de acordo com uma perspectiva integradora dos saberes e tendo como missão criar lugares de encontro e experiências na cultura e no conhecimento.

Mais do que um debate ou palestra científica, o DECIDE é um jogo divertido e de cidadania, dirigido a públicos interessados mas não necessariamente especificamente informados sobre os temas em questão. Os temas em discussão são sete: alterações climáticas, células estaminais, DGP - “design de bebés”, HIV/SIDA, nanotecnologia, neurociências e xenotransplantes.

Leia mais aqui.

Ciência Hoje


Portugal precisa de parque tecnológico

competinovA Competinov - empresa nortenha com sede e campus na cidade de Braga, e que actua na área da inovação e da internacionalização, apresentou recentemente um estudo no Porto, que recomenda a criação em Portugal de um parque tecnológico e biotecnológico que concentre as áreas de nanotecnologia, TIC’s e Biotecnologia.

Este estudo da Competinov, constitui o maior realizado sobre o sector da biotecnologia em Portugal, apontando para a necessidade de se criarem fundos de apoio às “start-up” de biotecnologia, uma vez que a maioria dos projectos são de capital intensivo.

É notória a necessidade de melhorar as condições de relacionamento que facilitem o conhecimento mútuo entre empresas de biotecnologia, entre unidades de investigação e entre universidades e empresas dos sectores tradicionais.

Alexandre Campos, CEO da Competinov

Entretanto, parece que a necessidade da figura de um Parque Tecnológico e Biotecnológico não é sentida por todos, mas o investimento na nano e biotecnologia e TICs, esse sim, parece reunir consensos.

Portugal carece de institutos de investigação das novas tecnologias completos e autónomos, que combinem diversas competências, como a nano e a biotecnologia ou as tecnologias de informação (TIC). Existe um “atraso” nacional neste campo em “incontornável” ascensão. Os institutos são essenciais à adaptação portuguesa à sociedade actual, em que empresas e indústrias recorrem cada vez mais às novas tecnologias para desenvolverem produtos competitivos. Esta será uma solução viável para a lacuna que existe neste domínio, ao invés da criação de um grande Parque de Nano, Biotecnologia e TIC em Portugal.

Manuel da Paula Maneira, coordenador do Centro de Física e Investigação Tecnológica da Universidade Nova de Lisboa




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Relatos da livre iniciativa nortenha I

RICON

RICON

Luísa Bessa (17 Dezembro de 2007)
Jornal de Negócios



Há experiências irrepetíveis. Uma era circular nas estradas estreitas e de curvas apertadas no coração do Vale do Ave, ainda antes das grandes vias rodoviárias que rasgaram a região a partir dos anos 90. Das estradas pejadas de trânsito - automóveis, camionetas e motocicletas, onde o risco de vida espreitava em qualquer ultrapassagem - persistem duas imagens fortes.

Havia fábricas porta sim porta sim, mas poucas mereciam o nome; a maior parte era uma garagem ou o piso térreo da residência familiar, num exemplo muito concreto de desordenamento urbano; a outra era o movimento a partir do meio da tarde, quando as fábricas fechavam e a massa de trabalhadores - sobretudo mulheres - invadia as ruas, a mesma experiência, com um século de intervalo, da saída da fábrica dos irmãos Lumière.

A ligação dos têxteis ao Vale do Ave tem mais de um século, mas acentuou-se a partir dos anos 60, com a entrada de capital estrangeiro interessado em aproveitar o imenso reservatório de mão de obra barata disponível, depois do acordo de Portugal com a EFTA. O Vale do Ave impôs-se como a região têxtil do país: perdeu o mercado das colónias mas ganhou com a desvalorização do escudo e mais tarde com a entrada na União Europeia.

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Candeeiro cabeça de galinha

Candeeiro Galinha Sem CabeçaSebastian Errazuriz é um designer com algumas ideias de produtos realmente interessantes, que emprestam algum humor aos objectos do dia-a-dia.


Tomemos por exemplo, O Candeeiro Cabeça de Galinha, que apresenta a ave com uma lâmpada no lugar da cabeça. Espero que esta não comece a andar por aí, como a história que me chegou aos ouvidos, e que pelos vistos é verídica, de Mike, o frango sem cabeça, vítima primeiro da falta de pontaria do dono, e mais tarde e em definitivo, do esquecimento do mesmo.

Álcool altera orientação sexual das moscas

Ora aí está um estudo que o sector vitivinícola nacional certamente não agradece.

As moscas têm um comportamento homossexual quando estão embriagadas. A conclusão é de investigadores norte-americanos que estudaram o comportamento da mosca da fruta, quando submetida à ingestão continuada de álcool. Publicado na revista científica PLoS ONE, segundo o diário espanhol El Mundo, o estudo revela que foram identificadas as moléculas cruciais para desinibir o comportamento da Drossoplia melanogaster - conhecida como “mosca da fruta”, a espécie escolhida para esta pesquisa.
Os cientistas ficaram surpreendidos ao perceber que estas moscas machos, de orientação heterossexual, também cortejavam outros machos após terem ingerido álcool, bem como aumentavam a frequência das suas relações sexuais. Os autores do estudo consideram que, a partir de agora, está aberto o caminho para verificar este comportamento das moscas nos humanos.

Meia-Hora



Atendendo ao calão do português falado no Brasil, efectivamente estas moscas só podiam chamar-se de moscas-da-fruta.

;)


Digit URL - acesso a sites num telemóvel

Digit URL - acesso a sites num telemóvelDigitar endereços da web (URLs) num telemóvel não é nada prático se o telemóvel em causa não for um smartphone com teclado QWERTY. A DigitURL pensou no caso e criou um sistema que permite transformar um URL convencional numa sequência de dígitos. Não me parece de todo que seja a panaceia para este mal … mas sempre é um contributo.

Já é bem conhecido o Tinyurl, que permite transformar URLs muito extensas em endereços bem mais pequenos, e como tal mais fáceis de tratar, nomeadamente de digitar e enviar por email. Este estratagema até se presta a que possamos pregar algumas partidas … ;)

O DigitURL é parecido, mas utiliza apenas dígitos, precisamente aquilo que se torna fácil digitar no teclado de um vulgar telemóvel.

Por exemplo, neste sistema para aceder ao Blog do ISAG no telemóvel, usar-se-ia o endereço http://digiturl.com/53347625994 ou (na versão própria do sistema) o endereço digiturl://53347625994. A ideia é guardar nos favoritos do telemóvel o URL básico http://digiturl.com/ bastando então digitar o conjunto de dígitos.


Mala para portátil descobre Hot Spots

Sempre que andamos com o computador portátil às costas e passamos por um dos locais públicos, como centros comerciais, em que suspeitamos existam hot spots para ligação à internet sem fios, temos o transtorno se ter que montar tudo para confirmar se se verifica o que até a essa altura apenas suspeitamos.

Mala para portátil descobre Hot SpotsTemos que retirar o portátil da mala, esperar que ele arranque, dá tempo entretanto até para que os crentes formulem algumas orações, e para que o mesmo crentes formulem o envio de energias positivas que concorram para o fim desejado, e só algum tempo e trabalho depois, após termos montado “a banca” descobrirmos se estamos ainda que remotamente perto de um hot spot.

Daí que o que vos dou conta, possa ser desarmantemente útil - tecnologia de localização directamente embutida na mala do computador portátil.
Pese o seu deselegante nome, a Wiffinder produzida pela Soyntec, sediada em Espanha, parece fazer imenso sentido, permitindo que se procure por uma ligação sem fios sem um dispositivo localizador externo, nem a necessidade de sequer abrir a mala. E até há um modelo a meu gosto … que dá para trazer às costas.

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Lápis podem salvar indústria solar e LCDs

painel_solar.pngBem, não são bem os lápis … digamos que se trata de um título algo sensacionalista, em jeito de tablóide britânico ou do nosso lisboeta 24 horas. Na realidade, o que pode vir a salvar a indústria solar e dos LCDs, extremamente dependentes do índio - um material raro, é a banal grafite, que bem conhecemos dos nossos vulgares lápis.

Uma equipa de investigadores alemães do Instituto para Investigação de Polímeros Max Planck assegura ter descoberto uma alternativa ao índio para produzir energia solar e painéis LCD.
Estes sectores da indústria estão dependentes do índio, cujas reservas segundo os especialistas, durarão apenas dez anos. Este material é preferencial devido à sua transparência, essencial para emissão e absorção de luz. Os investigadores alemães asseguram agora que um derivado da grafite pode ser a solução que tantas equipas procuram - tem um nível de condução de energia igual ou superior ao do índio, com 80% da sua transparência à luz visível.
Já foi avançado um protótipo que usa uma camada de 10 a 100 nanometros de espessura, aquecida para retirar vestígios de oxigénio. Se o processo de fabrico deste protótipo for aperfeiçoado, consegue-se uma alternativa para produzir energia solar mais barata e eficiente.

Exame Informática




2008 com novas regras de transporte de baterias em aviões

2008 com novas regras de transporte de baterias em aviõesAs baterias extra não vão poder ser despachadas para o porão. Cada passageiro pode levar duas como bagagem de mão, desde que acondicionadas nos conhecidos sacos transparentes de plástico. As baterias já instaladas nos equipamentos podem ser despachadas para o porão pois não correm o risco de se incendiar, de acordo com a TSA (Transportation Security Administration) - departamento norte-americano criado após os atentados de 11 de Setembro.
Mesmo as baterias extra levadas na bagagem de mão não podem ter mais de oito gramas de lítio (a maior parte das baterias cumpre este requisito) e as de metal de lítio levadas, em equipamento ou como extra, não podem ter mais de dois gramas de metal de lítio.

Exame Informática