Self-Booking Tools (SBT)
Um daqueles acrónimos que todos na área do Turismo devem conhecer é o SBT - self-booking tools - ferramentas de auto-reserva, geralmente sites da web que permitem aos utilizadores de serviços na área do Turismo, efectuarem planos de viagens, incluindo a própria procura e a reserva dos itinerários.
A Amadeus quis perceber melhor como a cultura empresarial influencia os níveis de utilização dos SBTs. Assim, patrocinou um estudo a nível global encomendado ao Business Travel Research Centre da Universidade de Cranfield, no Reino Unido, que revelou que as empresas ainda têm muito a aprender sobre a implementação dos self-booking tools.
O estudo investigou o nível de utilização dos SBTs em 424 empresas de todo o mundo, na sua maioria membros da ACTE (Association of Corporate Travel Executive). A investigação focou-se apenas nas reservas aéreas, que constituem 53% da utilização dos SBTs. As empresas que participaram têm despesas anuais médias de viagens aéreas de cerca de 35 milhões de dólares e 66% utilizaram uma SBT. Vários factores influenciam a utilização de SBTs, incluindo a estrutura da empresa, o sector de actividade e o tamanho da empresa. O factor geográfico tem dos pesos menos importantes, com apenas 7% de flutuação entre a Europa, EUA, Ásia-Pacífico e as outras partes do mundo. Empresas com menos hierarquia e burocracia têm os maiores níveis de utilização de SBTs, e tendem a ser empresas mais pequenas com uma menor despesa anual em viagens (até 2,5 milhões de dólares). Empresas maiores que gastam entre 30 e 50 milhões de dólares ou mais têm 54% dos seus colaboradores a utilizar o SBT, enquanto que as médias empresas (despesa entre 5 e 10 milhões de dólares) apresentam o menor taxa de 39%.
Os gestores e directores têm um efeito significativo na taxa de utilização das SBTs dentro das suas empresas. Os que reservam viagens através do sistema têm 70% dos seus colaboradores a utilizá-lo também, em oposição a 36% se não o utilizarem.
A Amadeus salienta ainda dois factores que melhorariam bastante a eficácia da utilização de SBTs. O primeiro é tornar o SBT obrigatório e o segundo é integrar o SBT nos sistemas de gestão de custos de viagens. A vasta maioria das empresas (70%) ainda não integra os SBTs.
Como legado deste estudo, a Amadeus acha que para as empresas fica o estímulo para a adopção de SBTs; para a própria Amadeus ficará um manancial de informação que lhe permita disponibilizar tecnologia integrada e melhorada para aumentar a sua eficiência geral, e para nós, ficará mais uma vez a certeza que as tecnologias de informação tem um papel principal nesta área do Turismo.
O estudo pode ser analisado na integra aqui.
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Dois anéis vibratórios que utilizam um sistema GPS são complementados por uma terceira unidade (o controlador) que aloja o GPS e possui um ecrã de oito dígitos onde se pode introduzir o código postal do destino pretendido. O controlador pode ser usado ao pescoço ou preso à roupa. O sinal do GPS é transmitido para os anéis, que contêm um motor vibratório e uma antena. Depois de recebidas as informações de navegação, os anéis libertam um sinal sonoro que indica esquerda ou direita e têm vibrações diferentes para as direcções “em frente” e “para trás”. Quando se segue na direcção errada é emitido um som de aviso.
Cansado de todos os dias percorrer os mesmos caminhos? Ver as mesmas paisagens (urbanas ainda por cima), os mesmo edifícios, o cimento, o betão? Pois … também eu. Por isso as férias nos fazem bem. Mudamos de ares, ou simplesmente ganhamos tempo para olhar de outra maneira.
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